Eis que hoje é dia 12 de Junho. Um dia de grandes comemorações do Del Rey e do BH Shopping, dos restaurantes da Savassi e dos salões de beleza.
É, meus amigos, hoje é dia dos namorados. O dia em que as garotas tem um sorriso no rosto e um ursinho de pelúcia na mão, e os garotos, cartões com juras de amor eterno – pelo menos até o próximo mês.
Este pode ser também o dia da depressão daqueles que não tem sua cara metade, e passam o dia liberando endorfinas ao comerem muito chocolate com sorvete. E não adianta vir pro meu lado com a história de que é por opção, que não cola mais. Quem não queria estar abraçadinho debaixo do edredon assistindo qualquer comédia romântica pela enésima vez?
E nós, solteiros, ainda temos que agüentar os desavisados e/ou inconvenientes que nos desejam felicitações. Hoje atentei para o fato do quanto isso é injusto: cadê o dia dos solteiros? O dia das festas, em que todos erguem os braços ao som de Praieiro, do Jammil? Do ninguém e de ninguém, porque eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também?
Então, companheiros injustiçados, acompanhem o meu raciocínio: Hoje, dia 12 de Junho é dia dos namorados. Neste dia e talvez na data de aniversários dos pombinhos, há comemorações por parte dos comprometidos. Logo, enamorados, aproveitem, que os outros 363 são nossos! :D
quinta-feira, 12 de junho de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008
I want to tell you...
Posso me sentar ao seu lado?
Ficarei bem quietinha, juro.
Quero só ouvir seu cheiro,
e não ter palavras para descrever.
Quero só sentir a música
que você exala em cada poro.
Quero só provar deste olhar
que já decodificou toda minha alma,
e de lá voltou são,
para gritar ao mundo
coisas que só o silêncio sabe dizer.
Ficarei bem quietinha, juro.
Quero só ouvir seu cheiro,
e não ter palavras para descrever.
Quero só sentir a música
que você exala em cada poro.
Quero só provar deste olhar
que já decodificou toda minha alma,
e de lá voltou são,
para gritar ao mundo
coisas que só o silêncio sabe dizer.
domingo, 11 de maio de 2008
Folha em Branco
Uma folha em branco me assusta mais que qualquer outra coisa. Lá está ela, limpa, imaculada, pronta para receber o mais novo dos textos.
E é exatamente isso que me assusta. O que ainda não foi escrito, o que está apenas no amplo e diverso mundo das idéias, e onde, muitas vezes, permanece.
É visível o fato de que, seja eu uma grande escritora ou um aluno terminando sua redação, essa continua sendo a característica principal de uma folha de papel: um estímulo mudo à criatividade de todos. No seu silêncio, mostra o que ainda está para ser feito, o vazio que, na verdade, poder ser qualquer coisa. Ela é o conjunto do que ainda não é, mas que poderá ser tanto uma obra prima quanto uma prova de história.
Então, por que temer algo que só tem a simplicidade da espera pelo que a preencherá? Oras, pelo menos esta tenho certeza que não me assusta mais, pois felizmente já está cheia.
E é exatamente isso que me assusta. O que ainda não foi escrito, o que está apenas no amplo e diverso mundo das idéias, e onde, muitas vezes, permanece.
É visível o fato de que, seja eu uma grande escritora ou um aluno terminando sua redação, essa continua sendo a característica principal de uma folha de papel: um estímulo mudo à criatividade de todos. No seu silêncio, mostra o que ainda está para ser feito, o vazio que, na verdade, poder ser qualquer coisa. Ela é o conjunto do que ainda não é, mas que poderá ser tanto uma obra prima quanto uma prova de história.
Então, por que temer algo que só tem a simplicidade da espera pelo que a preencherá? Oras, pelo menos esta tenho certeza que não me assusta mais, pois felizmente já está cheia.
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